
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin prorrogou por mais 60 dias o prazo para conclusão das investigações da Polícia Federal sobre vendas de sentenças na Justiça de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ele também manteve medidas cautelares contra os investigados, entre eles o empresário Andreson Gonçalves, que está solto e sob monitoramento por tornozeleira eletrônica. A decisão é desta quinta-feira (28).
Documento obtido pelo Primeira Página aponta que a determinação de Zanin atende a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) que informou a necessidade de continuidade e aprofundamento das investigações diante da “persistência do vínculo de conexão com investigações que envolvem autoridades detentoras de foro por prerrogativa de função”.
Contudo, no ato foram pedidos o arquivamento de linhas investigativas vinculadas as ministras do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nancy Andrighi e Maria Isabel Gallotti. O ministro deixou de aoclher o pedido de arquivamento, já que não havia autorizado qualquer apuração de hipóteses criminais em desfavor das autoridades.
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