
O Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis, voltou a realizar procedimentos cirúrgicos após um período de cerca de 40 dias com o centro cirúrgico interditado. A retomada das cirurgias foi confirmada por meio de um comunicado oficial divulgado pelo Instituto Social de Saúde São Lucas, responsável pela gestão da unidade até o próximo dia 9 de janeiro.
De acordo com a nota, a liberação do centro cirúrgico ocorreu após o cumprimento integral das exigências feitas pela Vigilância Sanitária (VISA). Entre as principais medidas adotadas está a formalização de contrato com uma empresa terceirizada devidamente regularizada, responsável pelo serviço de esterilização de materiais, ponto considerado obrigatório para a autorização do funcionamento das cirurgias. Sendo que o CME as obras estão sendo realizadas, mas durará mais de mês ainda para liberar.
Veja a nota 
O Instituto São Lucas informou ainda que atendeu à recomendação da VISA em conformidade com a RDC Anvisa nº 15/2012, RDC nº 156/2026, além das Resoluções RE nº 2.605/2006 e nº 2.606/2006, e demais normas sanitárias vigentes. O cumprimento dessas exigências foi classificado como condição mandatória para a retomada dos procedimentos cirúrgicos no hospital, este contrato com a com a empresa que presta serviço de esterelização está vigente já a algum tempo, mas a instituição aguardava haval da VISA para voltar a realizar cirurgias.
No comunicado, o Instituto também fez questão de ressaltar que as adequações estruturais mencionadas nas fiscalizações não são de responsabilidade da instituição gestora, permanecendo sob a responsabilidade da Prefeitura Municipal de Campo Novo do Parecis. A nota reforça que a atuação do Instituto São Lucas se restringe à gestão dos serviços de saúde, conforme contrato vigente.
A paralisação das cirurgias gerou preocupação na população e ampliou a pressão sobre o sistema de saúde do município, especialmente em casos que dependiam de procedimentos eletivos. Com a liberação do centro cirúrgico, a expectativa é de normalização gradual dos atendimentos, enquanto seguem as discussões sobre a responsabilidade do poder público municipal nas melhorias estruturais do hospital.
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