
Mato Grosso passa por uma das fases mais promissoras da economia com um avanço na geração de empregos, renda e na criação do empresa. Segundo dados do Observatório da Indústria da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), o estado registrou crescimento importante nestes setores, com destaque para o desempenho de cidades estratégicas como Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Lucas do Rio Verde.
A soma dos salários pagos no estado saltou de R$ 23,4 bilhões em 2016 para R$ 40,2 bilhões em 2022, segundo o observatório. Entre os municípios, Cuiabá lidera com 41,5% de toda a renda gerada, seguida por Rondonópolis, Várzea Grande e Sinop, que se consolidam como polos regionais de atividade econômica.
As faixas etárias entre 30 e 49 anos são as que mais movimentam renda, ultrapassando R$ 10 bilhões somadas. A participação masculina é ligeiramente maior no volume total de massa salarial.
Mato Grosso tinha pouco mais de 86 mil empresas em 2014 e agora conta com 123,3 mil estabelecimentos, segundo dados de 2023. As microempresas representam mais de 74 mil registros, enquanto pequenas, médias e grandes somam outras 49 mil.
Os setores mais presentes na base empresarial são:
Isso confirma a força do agronegócio, mas também a crescente diversificação do comércio e serviços.
O número de trabalhadores com carteira assinada subiu de 804 mil em 2014 para 1,16 milhão em 2022, um crescimento de 44%.
Os setores que mais empregam são:
A maioria da mão de obra empregada possui ensino médio completo, com 375 mil registros, seguido de nível superior, com 140 mil.
O número de trabalhadores com carteira assinada subiu de 804 mil em 2014 para 1,16 milhão em 2022, um crescimento de 44%.
Os setores que mais empregam são:
A maioria da mão de obra empregada possui ensino médio completo, com 375 mil registros, seguido de nível superior, com 140 mil.
Fonte: Primeira Página
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