
Quem foi abastecer seu veículo nesta semana encontrou combustíveis mais caros do que na passada.
O preço médio da gasolina vendida nos postos do país, por exemplo, ficou em R$ 6,35 o litro, R$ 0,15 mais cara do que no período entre os dias 26 de janeiro e 1º de fevereiro, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil (ANP).
Com isso, o a média paga pelo combustível chegou ao maior valor nominal em mais de dois anos, o mais alto desde que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu a presidência.
O valor é R$ 0,05 maior do que o reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que passou a vigorar no sábado (1º) passado.
A alíquota cobrada sobre os combustíveis foi elevada para:
No caso do diesel, a variação entre as duas semanas é ainda maior: R$ 0,28, chegando a R$ 6,38 o valor médio do litro do combustível no Brasil.
Além do reajuste do ICMS, o preço do diesel também sofreu com um aumento anunciado, no final de janeiro, pela Petrobras, de R$ 0,22. Este reajuste, porém, não foi diretamente ao consumidor, mas sim aos distribuidores.
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