Polícia ABUSO DE MENOR
Garota de programa grava relato de homem sobre abuso do sobrinho de 10 anos e chama a polícia em Sinop
Homem de 34 anos teria pedido que a mulher fingisse ser o sobrinho durante encontro; gravação foi entregue à Polícia Militar e caso é investigado pela Polícia Civil
08/09/2026 08h36
Por: Redação H1MT

Um homem de 34 anos foi preso em Sinop, no norte de Mato Grosso, depois que uma garota de programa gravou uma conversa na qual ele teria relatado interesse sexual e atos de abuso envolvendo o próprio sobrinho, uma criança de apenas 10 anos. O caso ocorreu no domingo (6).

Segundo a Polícia Militar, a mulher havia sido contratada pelo suspeito para um encontro de natureza sexual. Durante o encontro, o homem teria feito um pedido que chamou a atenção da profissional: queria que ela fingisse ser o sobrinho dele durante a relação.

Mulher decidiu gravar a conversa

Diante da situação, a mulher começou a gravar a conversa pelo celular sem que o homem percebesse.

Conforme o relato registrado pela polícia, durante o diálogo o suspeito teria admitido sentir interesse sexual pela criança e falado sobre uma aproximação gradual para conquistar a confiança do menino.

A ocorrência também registra que o homem teria relatado contato físico de natureza sexual com o sobrinho. Outra fonte que teve acesso às informações do boletim relata que ele mencionou toques nas partes íntimas da criança.

Áudio foi entregue à polícia

Após ouvir as declarações, a mulher acionou a Polícia Militar e entregou a gravação aos agentes.

Os policiais localizaram o homem e o encaminharam para a Delegacia de Polícia Civil de Sinop. Segundo as informações divulgadas, ele foi conduzido sem apresentar lesões aparentes.

O caso foi registrado como estupro de vulnerável, e a gravação deverá integrar a investigação conduzida pela Polícia Civil.

Polícia investiga o que aconteceu com a criança

Agora, a investigação deverá esclarecer a extensão dos fatos relatados na gravação e verificar o que efetivamente teria ocorrido envolvendo o menino.

A identidade da criança é preservada, como determina a legislação para casos envolvendo menores vítimas de violência sexual.