Polícia MOSTRO
Pastor é preso suspeito de estuprar a própria neta de 8 anos em Cuiabá
Homem é investigado por violência sexual contra a criança; caso está sob apuração das autoridades e identidade da vítima deve ser preservada
01/09/2026 10h42
Por: Redação H1MT
Delegacia Especializada de Defesa e dos Direitos da Criança e do Adolescente de Cuiabá — Foto: Polícia Civil

Um pastor foi preso em Cuiabá suspeito de abusar sexualmente da própria neta, uma criança de apenas 8 anos. O caso é investigado pelas autoridades e chama atenção pela gravidade das acusações e pela relação familiar entre o suspeito e a vítima.

Segundo informações divulgadas nesta terça-feira (1º), o homem é suspeito de cometer estupro de vulnerável, crime previsto para situações envolvendo vítimas menores de 14 anos, independentemente de eventual consentimento.

A prisão ocorreu após o avanço das investigações sobre os relatos envolvendo a criança.

CASO É INVESTIGADO PELAS AUTORIDADES

Por envolver uma vítima menor de idade, informações que possam permitir a identificação da criança devem ser preservadas. A medida busca garantir sua proteção e evitar uma nova exposição diante da violência investigada.

As autoridades trabalham agora para esclarecer as circunstâncias em que os supostos abusos ocorreram e verificar a possível existência de outros elementos que possam contribuir para a investigação.

O suspeito deverá permanecer à disposição da Justiça enquanto o caso segue os procedimentos legais.

ESTUPRO DE VULNERÁVEL É CRIME GRAVE

Pela legislação brasileira, qualquer ato sexual ou libidinoso praticado contra pessoa menor de 14 anos pode configurar estupro de vulnerável.

Casos de suspeita de violência sexual contra crianças e adolescentes podem ser denunciados por meio do Disque 100, serviço nacional de denúncias de violações de direitos humanos. Em situações de emergência, a Polícia Militar pode ser acionada pelo 190.

O Hora 1 Mato Grosso reforça que, por se tratar de uma investigação em andamento, o homem é tratado como suspeito, e eventuais responsabilidades deverão ser definidas pelas autoridades competentes e pela Justiça.