Polícia SEM PIEDADE
Babá é presa após perícia apontar agressões contra bebê de cinco meses
Suspeita afirmou que ferimentos teriam sido causados pelo cinto de um carrinho, mas laudo concluiu que as lesões eram incompatíveis com a versão apresentada.
20/07/2026 06h21
Por: Redação H1MT
Imagem Ilustrativa

Uma mulher de 23 anos foi presa sob suspeita de torturar uma bebê de apenas cinco meses em Gaúcha do Norte, município localizado a cerca de 580 quilômetros de Cuiabá.

O caso foi descoberto depois que a mãe encontrou a filha com várias marcas no rosto ao ir amamentá-la na casa da cuidadora.

A criança foi levada imediatamente para atendimento médico. A quantidade e a localização das lesões fizeram com que os profissionais de saúde descartassem inicialmente a possibilidade de uma simples queda acidental.

A Polícia Civil abriu uma investigação e solicitou exames à Perícia Oficial e Identificação Técnica. O laudo apontou que os ferimentos na cabeça e no rosto foram provocados por ação contundente.

Segundo a investigação, a cuidadora estava sozinha com a criança quando as agressões teriam ocorrido. A bebê permanecia diariamente na residência da mulher enquanto a mãe trabalhava ou realizava outras atividades.

Versão foi considerada incompatível

Em depoimento, a suspeita declarou que os ferimentos teriam sido causados pelo cinto de segurança do carrinho, afirmando que a criança dormiu sobre o equipamento.

A perícia, entretanto, concluiu que as lesões não eram compatíveis com cintos ou dispositivos de contenção.

Com base no laudo, nos relatos e nos demais elementos reunidos, a autoridade policial lavrou o flagrante pelo crime de tortura, previsto na Lei nº 9.455 de 1997.

A investigada ficou à disposição da Justiça e deve responder ao processo com direito à defesa. A identidade dela não foi divulgada.

O estado de saúde atualizado da bebê não foi informado. A criança deverá continuar recebendo acompanhamento médico e proteção dos órgãos responsáveis.

Crianças pequenas são mais vulneráveis

Uma mulher de 23 anos foi presa sob suspeita de torturar uma bebê de apenas cinco meses em Gaúcha do Norte, município localizado a cerca de 580 quilômetros de Cuiabá.

O caso foi descoberto depois que a mãe encontrou a filha com várias marcas no rosto ao ir amamentá-la na casa da cuidadora.

A criança foi levada imediatamente para atendimento médico. A quantidade e a localização das lesões fizeram com que os profissionais de saúde descartassem inicialmente a possibilidade de uma simples queda acidental.

A Polícia Civil abriu uma investigação e solicitou exames à Perícia Oficial e Identificação Técnica. O laudo apontou que os ferimentos na cabeça e no rosto foram provocados por ação contundente.

Segundo a investigação, a cuidadora estava sozinha com a criança quando as agressões teriam ocorrido. A bebê permanecia diariamente na residência da mulher enquanto a mãe trabalhava ou realizava outras atividades.

Versão foi considerada incompatível

Em depoimento, a suspeita declarou que os ferimentos teriam sido causados pelo cinto de segurança do carrinho, afirmando que a criança dormiu sobre o equipamento.

A perícia, entretanto, concluiu que as lesões não eram compatíveis com cintos ou dispositivos de contenção.

Com base no laudo, nos relatos e nos demais elementos reunidos, a autoridade policial lavrou o flagrante pelo crime de tortura, previsto na Lei nº 9.455 de 1997.

A investigada ficou à disposição da Justiça e deve responder ao processo com direito à defesa. A identidade dela não foi divulgada.

O estado de saúde atualizado da bebê não foi informado. A criança deverá continuar recebendo acompanhamento médico e proteção dos órgãos responsáveis.

Crianças pequenas são mais vulneráveis

Bebês não conseguem relatar agressões e dependem da observação dos familiares, profissionais de saúde e pessoas próximas.

Mudanças de comportamento, choro fora do habitual, recusa de alimentação, sonolência excessiva, manchas, hematomas e ferimentos sem explicação coerente podem indicar uma situação de violência.

Nesses casos, a orientação é procurar imediatamente atendimento médico e comunicar o Conselho Tutelar ou a polícia.

O Estatuto da Criança e do Adolescente determina que casos suspeitos ou confirmados de violência devem ser comunicados às autoridades. A denúncia também pode ser feita pelo Disque 100 ou, em situações emergenciais, pelo telefone 190.

O inquérito deverá apurar se houve episódios anteriores e se outras crianças também eram atendidas pela suspeita.

Bebês não conseguem relatar agressões e dependem da observação dos familiares, profissionais de saúde e pessoas próximas.

Mudanças de comportamento, choro fora do habitual, recusa de alimentação, sonolência excessiva, manchas, hematomas e ferimentos sem explicação coerente podem indicar uma situação de violência.

Nesses casos, a orientação é procurar imediatamente atendimento médico e comunicar o Conselho Tutelar ou a polícia.

O Estatuto da Criança e do Adolescente determina que casos suspeitos ou confirmados de violência devem ser comunicados às autoridades. A denúncia também pode ser feita pelo Disque 100 ou, em situações emergenciais, pelo telefone 190.

O inquérito deverá apurar se houve episódios anteriores e se outras crianças também eram atendidas pela suspeita.