Durante uma sessão do Tribunal do Júri em Mato Grosso. O advogado criminalista Rodrigo Pouso, que costuma utilizar um terço enrolado no braço durante os julgamentos, acabou sendo alvo de questionamento após um dos jurados relatar incômodo com o símbolo religioso.
Segundo o jurado, a presença do crucifixo teria causado desconforto pessoal. Diante da reclamação, o advogado se mostrou surpreso e afirmou que o uso do terço faz parte de sua convicção pessoal e não interfere na imparcialidade dos jurados nem compromete o andamento do julgamento.
O episódio gerou comentários no plenário e chamou a atenção do Tribunal de Justiça, já que situações desse tipo são consideradas raras no Tribunal do Júri. O caso reacendeu o debate sobre liberdade religiosa, condutas permitidas em plenário e os limites adotados para assegurar a neutralidade dos jurados durante os julgamentos.